Prisioneira em um jardim
Dia normal, como qualquer outro. Estou em um lugar desconhecido, não há um caminho certo a seguir, tem uma mata fechada a minha frente por isso temo prosseguir; tento me concentrar, talvez haja um jeito de sair dali, na verdade nem ali deveria estar, agora que me resta, continuar o que nem deveria ter começado? Me entorpece a mente e me atrasa na escrita; ouço minha música e choro o tempo passou, a lembrança ficou e a saudade que me rasga por dentro é tão grande, choro por ti, por nada ter feito, por não saber o que fazer, medo, incertezas... Desculpa pela resposta, pelo bilhete, pelo olhar, palavras, pensamentos e atitudes, desculpe por eu ser irracionalmente humana, por querer um mundo impensavelmente utópico e querer seus abraços e sorrisos, sem crimes ou castigos, só me dê sua mão, se alcançar, vem de novo me dizer: "Não chores, sempre estarei contigo.", vem matar meus medos, saindo da luz, como herói ou heroína, seja qual for tua forma de anjo, com espada em punho, olhar...